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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Novo Hamburgo Fashion Day

                                                   Eu, entre alguns participantes do evento e Fernando Torquatto.
Mais um evento de moda sacudiu Novo Hamburgo no último dia 22. O NH Fashion Day trouxe nomes importantes da moda regional e nacional para a passarela, em sua terceira edição. Não fosse pela excelente DJ que comandava as pick ups e o papo entre os amigos e blogueiros conhecidos, a chatice de esperar uma hora e meia para começar teria sido insuportável.
 
Fernando Torquatto foi um dos destaques. O consultor de estilo maquiou as modelos que representaram as cinco décadas de história da Fenac, produtora gaúcha de eventos calçadistas. O global Sidney Sampaio também desfilou no NHFD, embora timidamente. Marcas como Via Uno e BGO apresentaram suas coleções. Fiquei surpreso com a Squad, que eu não conhecia e passei a admirar.

Na passarela da BGO, streetwear de primeira.
Pontos altos do desfile da grife gaúcha McBenett, especializada em couro.
Na Squad, peças lisas e básicas encheram o catwalk de graça.
Minha querida Spirito Santo e a alfaiataria street que sempre encanta.
A coleção da Via Uno veio bem pobrinha, com uma sensação deja vu de outras coleções.
  
Eram aguardados mil convidados, mas parecia não haver um terço disso presente. Uma pena para o cenário fashion gaúcho, que carece de eventos como este. No encerramento, muito espumante e chocolates descontraíram os fashionistas.

Edição de imagens: Lucas Presotti

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fernando Volken Togni e o caos organizado


Fernando Volken Togni é um designer gaúcho com quem eu tive o prazer de estudar e me formar. O cara sempre foi megatalentoso e de muito bom gosto. Suas ilustrações em vetor podem ser vistas nos sites e revistas mais hypados do planeta, como a Wired Magazine, a Computer Arts Magazine e The Cool Hunter.

Seu mais recente projeto, em parceria com a Grove, são cases para iPhone feitos à mão e gravados a laser em bambu. Togni também assina cases para iPad em couro com acabamento em madeira. Segundo o artista, os produtos são bem leves, de acabamento cuidadoso, e o material é superbonito e moderno. Quem resiste a esse trabalho incrível, ainda mais com o conceito "Eu organizei o caos dentro de mim"?

 Para comprar o case do iPhone, acesse http://www.grovemade.com/collections/iphone-4-case-artist-series/products/caos-organizado-i4-4s


Saiba mais sobre esse querido colega que nos enche de orgulho aqui.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Razão e loucura na moda

Outro dia recebi de uma amiga e ex colega de trabalho, algumas fotos incríveis que a agência que ela trabalha desenvolveu para a Endutex, marca de laminados sintéticos. Fiquei encantado com o resultado da campanha e resolvi dividir aqui com vocês. Para o conceito da criação, a equipe da Mari se valeu de uma possível e saudável loucura.
A campanha publicitária, Razão 2012, teve como cenário o Hospital Psiquiátrico São Pedro, construção histórica da capital gaúcha, com mais de 120 anos. Nas fotos do catálogo e peças publicitárias, a modelo Tamara Wiggers percorre um metafórico caminho pela sua consciência, tendo a loucura e a razão como os extremos de sua balança existencial.
Os modelos vestiram peças exclusivas, desenhadas e produzidas pelo estilista baiano Vitorino Campos. O styling ficou por conta de Rodolfo Ruben e as fotos são de Simone Di Domenico. Olhando as fotos com atenção faz a gente pensar sobre as loucurinhas da moda em tempos de Lady Gaga, não é mesmo? Eu curti, e vocês?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

De cabelo novo para 2011!

Oi 2011! Oi Brasil! Que delícia estar de volta depois de umas férias deliciosas com pessoas mais gostosas ainda. As coisas acontecem muito depressa na nossa vida, ainda mais quando se relacionam à moda. Todos os dias temos novidades, e meu objetivo é viver cada momento intensamente. Quando falo de moda, não tenho a intenção de acompanhar todos os lançamentos e efemeridades do setor, mas sim me divertir com o que eu gosto e que me parece agradar quem lê o BAPHOMETRO.

Já ouvi que meu blog gira em torno de auto-promoção. Claro que sim gente! Não tenho a pretensão de ser um gerador de conteúdo externo, já que não sou um portal de moda, um site institucional nem nada disso. Sou um cara bem humorado escrevendo sobre o que mais curto. Acho meio patético alguém isoladamente escrever sobre moda como se fosse um jornalista do meio. Eu conto aqui pra vocês sobre como absorvo esses assuntos e como os coloco em prática na minha realidade. E sabem, tem dado super certo. Também recebo muitos elogios, pedidos de ajuda e felicitações.

Pra ficar bem claro o objetivo do blog, começo o ano falando do meu novo corte de cabelo para encarar o verãozão. Nessa estação já passei pelo Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre, e cada lugar está mais quente que o outro. Para isso, penso que o hairstyle deve ser prático e adequado, sobretudo. Se tiver o apelo da estação, melhor ainda, né?
Escolhi um dos cortes que mais apareceram nos últimos desfiles de verão das grifes internacionais e nacionais: a la Elvis Presley. Mas calma! Não tem nada de caricatural no estilo. Ele tem a pegada do topete do rei do rock + algo do moicano no topo + nucas e laterais raspadas.
O modelo Matheus Verdelho é um dos adeptos do estilo por aqui.

No Brasil, a Cavalera apostou sem medo no corte para os meninos (veja nas três imagens que abrem o post). Lá fora foi a Versace quem mais investiu no assunto (veja na imagem de backstage abaixo).
Puxa pra cima!
Na primeira imagem, look da Versace; ao lado a leitura da Dsquared2.

Para finalizar, uma boa pomada ou cera seca na ponta dos dedos para levantar. A que eu uso é essa azul da linha Bed Head, da Tigi. No Brasil ela custa em torno de R$100,00.
O meu corte foi feito pelo amigão Rafa, de BH. Ele mesmo tem esse corte. Pra quem estiver na mesma cidade que ele, me peça o telefone que vale a pena. Ah! mas e como ficou meu cabelo? Assim que eu receber as imagens do Rafa eu posto! Beijos e feliz ano novo!

Edição de imagens: Lucas Presotti.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

As delícias de Belo Horizonte


Do alto do mirante da Praça do Papa ou ao entorno da Lagoa da Pampulha pode-se ver muitos dos belos horizontes que a capital mineira oferece. Riquíssima no estilo de suas construções arquitetônicas e de seu povo, Belo Horizonte é uma delícia a ser explorada.

Na Praça da Estação, onde a cidade começou a ser construída, por causa do transporte ferroviário, foi erguido um museu dividido justamente pelo trem. De um lado e de outro, a história do trabalho, representada por materiais de diversos ofícios. No meio, a evolução do transporte, com o trem. É incrível atravessar as duas partes do museu ouvindo o barulho do trem logo acima.

Eu e meus anfitriões na Lagoa da Pampulha. Na foto que abre o post, com o Mineirão logo atrás.

O centro do poder executivo mineiro se concentra na Praça da Liberdade. O mais legal de lá é a mistura de estilos dos seus prédios e praças: pode-se perceber a influência do neoclássico do final do século XIX, a art déco dos anos 40, o estilo moderno dos anos 50 e 60 e o pós-moderno dos anos 80. A passagem das palmeiras é de tirar o fôlego.
Sensualizando na Praça da Estação. Os chafarizes nunca são ligados. Nesse dia todos estavam funcionando.

Pra quem curte arquitetura e design, a cidade encanta. Pra quem adora uma comida caseira e bem temperada, é o melhor destino. No primeiro quesito, Oscar Niemeyer é o responsável pelo charme e personalidade do lugar. A Pampulha é sede de alguns de seus principais projetos: Casa de Baile, Museu de Arte e a famosa igreja da Pampulha.
Em frente ao Palácio do Governo.

Comer e beber Belo Horizonte é um caso à parte. Bobagem falar dos pães de queijo, do próprio queijo e do doce de leite. Isso se torna lugar comum no primeiro café da manhã. Embaixo do prédio em que eu e meus amigos estávamos hospedados, tinha uma padaria mega gostosa que oferecia coisas maravilhosas a preços inacreditavelmente baixos. O restaurante próximo dali oferecia o melhor bife acebolado que já comi na vida. Só provando o tempero mineiro pra se ter noção do que estou falando. E eu provei bastante ;)
The brieftaking palm.

Para comprar esses ítens é só correr pro Mercado Central, fervilhante de pessoas e ofertas, ou então pra Feira Hippie. Desses lugares trouxe várias lembranças fofas e presentinhos pros amigos e pra família. A Carolina ficou alucinada com o cintinho de dar volta e amarrar da Jey, marca que eu descobri lá e toma conta da cidade.
Confesso que não é o melhor de BH a Igreja da Pampulha...

Sair à noite caminhando pra beber e dançar na Savassi, o bairro mais charmoso e rico da cidade é sempre uma surpresa. Clubs de música eletrônica super descolados se misturam a botecos cheios de charme, sushi bars e pracinhas encantadoras. Em cada rua há uma mini praça. Inacreditável.
A Casa de Baile é linda. Tem esse nome porque era um lugar para festas.

Jamais vou esquecer das diferenças de expressões que nos fizeram cair na gargalhada diversas vezes, do programa que eu, o Lucas e o Willian fizemos no McDonalds comentando os looks das pessoas depois da festa, da infindável caminhada até o Museu de Tecnologia da Oi, que foi o mais legal que já visitei.

Jey hooooooo! haha

As bonitas se encontram na Josefine. Acima as tops no último carnaval. É uma delícia lá!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Os acessórios masculinos mais legais da temporada

É tão bom estar de volta ao bapho aqui depois de quase dois meses fora. Aviso de antemão que está tudo bem e eu estava apenas cuidando de outras coisas, como trabalho e assuntinhos pessoais... hehe... Vamos considerar umas férias, ok? Nesse tempo todo percebi como blogs de moda e estilo tem se multiplicado e como tem se parecido, caído na mesmice, e meu pior pesadelo: replicado e replicado notícias de sites maiores. Abomino isso e sempre privilegio ser produtor de conteúdo, não apenas divulgador. Quero que quem venha aqui, encontre algo diferente.
Para esse post da volta, quis escrever sobre algo que me interessa muito, mas pouco se fala e mesmo se usa: acessórios para meninos. Aqui no Brasil aqueles que ousam investir são olhados com cara torta, como se pulseiras e colares fossem peças privilegiadas apenas às mulheres. Ontem mesmo na análise comentava com meu psicanalista como o meu óculos de sol preferido - que tenho há uns 4 anos - é mal encarado até pelos meus amigos gays, que o consideram "muito gay". Pode? Acima, pin e corrente da Topman.
Dá uma olhada na graça desses dois colares que imitam ouro, da minha amadíssima Topman. O primeiro custa 25 libras, e o segundo, 20. À venda no site.
Estes anéis incríveis também são da Topman, e podem estar nos seus dedinhos pela bagatela de 8 libras cada.
A Urban Outfitters, que eu também aaaaamo, tem modelos mais ousados, como esses acima. O de revólver custa 16 dólares, e o segundo, liiiiiiiindo, custa 44 dólares.
Colares são peças que eu realmente curto, mas confesso serem difíceis de coordenar. Quando penso neles, logo me dá vontade de usar com uma camisetinha branca de gola V ou uma regata bem larga. Me parece bom também na coordenação de camiseta de cor única + camisa xadrez sobreposta. Que tal? Estes são da Urban Outfitters, e custam 18 libras.
Estes são pirações totais, mas estão valendo também... talvez para causar numa festa animada, temática, ou até para arrasar na praia (alô verão, que saudade!!!). Os modelos são da Topman e saem por 18 e 12 dólares, respectivamente.
Pra quem não vive sem um balangandã nos braços, essas pulseiras da Topman são um must have. A primeira sai por 12 e a segunda, 8 libras. Claro que você usaria uma de cada vez e com um look beeeeeeem tranquilo, sem muitas cores, proporções e texturas, certo?
Porém se for mais discreto, essas pulseiras de couro podem ser um achado pra você. Eu adoro usar esse tipo de acessório com camisas sociais arremangadas. Fica lindo, substitui o relógio e fecha perfeitamente. 18 e 14 dólares, na Urban Oufitters. Se achou caro, complicado de comprar, quer outra cor ou qualquer outro motivo que impeça a compra, aí vai uma dica: procure em ateliers de calçados e bolsas retalhos de couro e camurça e peça para cortarem em tiras pra você. Eu ganhei uma de cada cor de uma amiga que trabalha com isso e uso direto. Acessível, sustentável, criativo e charmoso ;)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O poder dos buttons

Quem nunca estampou um button na jaqueta jeans nos anos 90? Ou ainda pendura pela bolsa? Eu lembro de ter uma coleção que ainda deve estar em alguma gaveta perdida. Usava pouco, mas adorava circular com mensagens engraçadas e às vezes até bobinhas.
Criados para serem anúncios ambulantes, através de quem os usa, os buttons - ou bótons, como bem aportuguesamos - viraram ítens de estilo atemporais. Várias coleções apresentaram os seus na década passada. Uma linha que eu tinha era da Vide Bula. E quem ainda adoooooooora colocar buttons em quase todas as peças é A Mulher do Padre. Tenho alguns que vieram em uma jaqueta e uma camiseta compradas no ano passado.
Itálico
As peças acima são super engajadas. Falam de feminismo e o poder das mulheres. Logo acima, buttons politizados; e a imagem que abre o post é um dos temas clássicos desse artigo de estilo: as bandas e cantores. Roqueiros, punks e emos ainda parecem ser os principais consumidores das peças.

E hoje em dia há buttons mais descolados ainda, com muitíssimos temas diferentes. O site Intervenções Urbanas é um entusiasta no assunto. Segundo eles, intervenções urbanas são interferências no ambiente da cidade, com o objetivo de inserir um pouco de cor em meio ao espaço onde predominam os tons acinzentados do asfalto e do concreto.

A ideia da Intervenção Urbana é trazer essa cor e personalidade através da moda. É na linha de processo colaborativo que o site funciona, onde o conteúdo é gerado pelos usuários.

Segundo Wagner Diniz, criador do projeto, a IU é um espaço criado para apoiar as manifestações artísticas, incentivando a liberdade de criação e expressão através da cultura dos buttons. "Este é um projeto que só foi possível com o apoio de todos os amigos e colaboradores. É resultado da participação de cada um deles e de nossos clientes", conta ele.

Qualquer pessoa pode mandar sua linha de buttons. Foi isso que fez minha colega Paula Basei, que criou uma linha baseada no ator Johnny Depp. Paula diz que a ideia foi criar de uma forma simples ícones que representassem os papeis mais caricatos do Johnny Depp. E ficou bem legal, hein Paula? E vocês, o que acharam?

Quem se interessar, pode visitar o site colaborativo aqui.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pernas de fora no frio?

Detesto dar desculpas esfarrapadas, e não vou fazer isso com vocês. A verdade é que além do excesso de trabalho, tem me faltado inspiração pra escrever. Mas parece que as coisas floresceram depois da minha conversa com o queridíssimo Tiago, do Revue de Mode. Blogs de moda existem milhares, mas que valem a pena ser lidos, pouquíssimos. Nós sempre trocamos impressões sobre isso e chegamos à conclusão de que conteúdo + design legal é tudo. E se não tenho algo bacana, útil e conclusivo para escrever, prefiro ficar na minha. Acho muito chato e barato ficar replicando notícias de outros sites e revistas. Afinal de contas, queremos conteúdo, certo? E no nosso meio, ser exclusivo é difícil. Aí mora a riqueza.
Pois hoje tive um insight que me agradou. Tenho visto em vários desfiles de inverno, coleções, campanhas e editoriais mundo afora bermudas usadas com tops compridos e quentes. Parece estranho colocar as pernas de fora justamente nas estações mais frias do ano, mas e se a gente segurar um pouquinho o frio pra dar uma variada no styling? Fica perfeito para lugares com aquecimento ou em baladas no frio, por exemplo. Tem sempre como adaptar. Mas para aqueles beeeeeem friorentos, a saída mais cool do tempo cool é colocar um megging por baixo. Você se arrisca? Bem, esse é assunto para um outro post. Looks acima: H&M e Cafe magazine.
Dentre as coleções que encontrei, a que melhor usou a bermuda com roupas quentes foi a Dondup. Também, colocar o Andres Velencoso no lookbook e na campanha é sacanagem, né? Qualquer short vira artigo de luxo. Olha que gostoso combinar nossas já tradiconais bermudas jeans cut off com camisetas mais compridinhas e as de alfaitaria também dobradas com camisa + jeans + lenço. Quem já não tem essas peças em casa?
Aqui a altamente proposta e pouco aceita camisa jeans segura com a bermuda acima do joelho. Ficou perfeita com a botinha alta. Tenho duas novas que ainda não usei e agora já sei que ficam lindas com bermudas. E eu que aaaaaaaaaamoooooooo cardigan, sofri com esse azulzinho + camisete + lenço + bermuda de alfaiataria dobrada. Tenho vontade de ir me vestir agora assim e sair. Per-fei-to!
Pra fechar com tudo os looks da Dondup, Andres beeeem sério, de bermuda alfaiataria + malha ajustada. Super fácil para os mais conservadores. No segundo look, a bermuda branca + camisa cáqui + lenço tiram qualquer bom moço do sério.
Em segundo lugar no melhor uso de bermudas e shorts no frio, vem o editorial da Woolrich Woolen Mills' com o também lindinho Matteo Martari. Quem disse que pernas finas são um problema? As peças ficaram incríveis nele.
De estilo navy e com belos florais e xadrezes, a marca enche os olhos, no excelente trabalho de styling de Marco Bazzoni. Super combinados ou totalmente em crash, vale a pena tentar essa primeiramente arriscada tentativa de diferentes proporções.
Até a bermuda com total cara de verão pode ser bem aproveitada no inverno, se usada com um top neutro, como esse parka cáqui. Aliás, cáqui é tendência, hein?
Jaqueta jeans + camisa + bermuda me conquistou em definitivo. Quero usar já! Ainda estou em dúvida quanto aos tênis flat ou high. Mais ainda fico com os altinhos mesmo. São bem mais atuais.
Surfers, skaters e afins foram os precursores desse movimento curto embaixo, longo em cima. Seria facilidade pra praticar os esportes? A verdade é que a tendência veio para agradar a todos.
Em terceiro lugar, vem o lookbook da EUBIQ NY's com total cara do militarismo que o inverno tá pedindo. Diferente das outras marcas, aqui as bermudas são mais larguinhas e em modelo cargo. ou seja, não existem desculpas pra não usar!
No editorial da Urban magazine, a fotógrafa Cristina Capucci e o stylist Ivan Bontchev criam um clima nostálgico para composições ora neutras e hiper claras, como o look total branco, com sobreposição de bermuda + calça brancas - que ficam bem só no editorial - e total jeans, como no segundo look - mais fácil e trendy.
E em mais clima nostálgico e blur, o modelo James Hempson se presta às lentes de Alexander Neumann e ao styling de Danny Santiago, em composições ousadas, com levada gipsy - caso do primeiro look, total color, e do míni comprimento do segundo. Boas opções para climas amenos porém totalmente descontraídos.
Na campanha Dancehall in Wonderland, da Customellon, mais nostalgia com cara 70's. Jovens e secos meninos vestem peças cropped em tons básicos, entre brancos e azuis.
Na revista húngara The room, o fotógrafo Marcus Pritzi e a stylist Isabelle Thiry criam belas cenas entre os modelos Callum Wilson e Jacob Coupe, em míni comprimentos, como esses shorts mais as lindas malhas. Look total preto tem o seu valor, não é mesmo?
Mais bermudas e tops compridos na Surface. Tem coragem de usar com bota alta? Aí é demais, né?
E pra encerrar, o look da Filippa K. O mais clean, usável e fácil de todos: camisa + bermuda jeans cut off. Simples e lindo. Vamos começar por aqui?