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terça-feira, 18 de outubro de 2011

Momento Provador: BGO Company

Semana passada recebi algumas peças da BGO Company, uma empresa têxtil que atua há 19 anos no ramo, de Santa Catarina para todo o Brasil. A marca possui 7 lojas próprias onde comercializa peças exclusivas e ainda vende para multimarcas. O grupo também conta com linhas feminina (Miss Masy) e infantil (Miss Masy Teens e Kids e Bugaloo Teen e Kids). Confesso que à primeira vista me assustei com a profusão de printings das camisetas. Elas têm a parte frontal e traseira completamente estampada, mesmo na polo listrada. A melhor surpresa porém, foi a malha das peças. Superconfortável e com aspecto resistente, evoluiu  tranquilamente durante todo o dia que usei. Vesti o modelo cinza (acima) e adorei.

A polo não faz meu estilo, e como não pude escolher, não tive muito o que fazer. Experimentei e não consegui combinar, mas a cor-base é linda e ficou linda na minha pele clara, veja abaixo. A empresa parece ser bem estruturada, apesar de me enviar o CD com o lookbook e campanha completamente vazio. O catálogo chegou intacto e resolveu minha curiosidade em conhecer a marca. A coleção verão masculina traz muitas camisetas e polos (ultraestampadas) jeans cheios de interferências (que não me agradam particularmente) e boas bermudas de lavagem clara e justinhas que eu gostaria demais de ter recebido. Se quiserem me enviar com um CD gravado, eu topo, tá BGO? E falem a verdade, tô lindão, hein?


Se quiser conhecer mais da marca, acesse o site: www.bgocompany.com.br

Fotos: Fátima Dresch
Produção: Rosana Finger
Edição de imagens: Lucas Presotti

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Jogadores de futebol: muito dinheiro e pouco estilo

A união do dinheiro com o mau gosto é uma dupla explosiva para os jogadores de futebol. Para eles, a questão é gastar e exibir peças caras sem nenhuma conexão, e com muito brilho e informação. Na ânsia de ofuscar os outros colegas fora dos campos, vale tudo. Inclusive assumir a homossexualidade e usar cabelos megaestranhos. Eu só fico me perguntando uma coisa: esse povo não vive pela Europa, tem acesso às melhores coisas e lugares? Não tem nenhum amigo mais orientado pra ajudar ou um stylist para pagar?

Rycharlison é desses. O Google me disse que ele joga no Atlético Mineiro, mas isso não interessa. Repare na façanha do look 1, acima. Rick (haha) saiu todo bonito às compras vestindo lencinho estampado na cabeça e maxibolsa. Na segunda tentativa fashion (not) a temível gola para fora de um blazer branco. E pra fechar com chave de ouro, o combo baby look + colete + lenço. Ah! e os lindos cabelos.

Ronaldinho Gaúcho, do Flamengo, é a cara da pobreza, apesar de ser multimilionário. Capricha nas regatas e camisetas ultraestampadas combinadas à bermudas na mesma linha. Note a belezura dos cordões. O primeiro é uma enorme cruz. o segundo, uma gargantilha presa ao pescoço, e a última, um R de... hehe.
Nosso queridíssimo Neymar (nosso?) joga no Santos e parece ser o atual queridinho dos pobres meninos que sonham ser jogadores de futebol. O que mais chama a atenção, motivo de comentários e cópias, é seu cabelo. Não bastasse ter esse corte, ele ainda tem a audácia de tingir de loiro.
O must de Vagner Love, do CSKA Moscou, também é o cabelo, e assim como Ronaldinho Gaúcho, adora um bling bling no pescoço. Ok, Love, você pode usar Armani, mas precisa estar escrito 854784578947589848 vezes na sua camiseta?

Djibril Aruun Cissé, que joga no Lazio, é mal-encarado por natureza. A roupa e os acessórios só pioram tudo. O non sense da mochila roxa sobre casaco + cardigan + camisa polo + cordão é algo, né? Na segunda imagem, as tattoos, a barba e o cabelo falam por si só. Animal! Na última imagem, muito medo desse casacão preto e de tudo mais.
Deixei para o final a cereja do bolo da breguice. Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, não se contagia pelos ares europeus meeeeesmo! Ele tem um corpo que comportaria qualquer look, mas prefere os de gosto duvidoso. Não fosse o cinto píton (blergh) e a clutch (pode?), estaria tudo perfeito no look 1, não é? No segundo, Crica escorregou na proporção e nas cores. A calça e o blazer poderiam ser ajustados e em tons mais próximos, escuros. Eu ainda trocaria o cinto e o sapato. O último look define todo nosso desprezo pelo excesso de dinheiro e falta de apuro estético dos jogadores. Ótimo, não?

Edição de imagens: Lucas Presotti

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Grandes meninas

A vida inteira fomos acostumados a ouvir que corpo bonito era sinônimo de muita malhação e dieta. É fato que cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos é bom pra todo mundo. Se nos deixa mais bonitos, melhor ainda, não é mesmo? Pois ser gordinho sempre esteve fora de moda, até que a revolução das meninas mais cheinhas se iniciasse através de blogs no chamado movimento Plus Size.
Beth Ditto (primeira imagem) e Preta Gil (acima), dois exemplos de meninas plus size orgulhosas lá fora e aqui.

Depois que essas corajosas rechonchudas começaram a se valorizar, aceitar os quilinhos extras e reivindicar que o mercado atendesse aos seus desejos de consumir moda, tamanhos grandes começaram a invadir vitrines e prateleiras de lojas em todo mundo.
Editorial da revista Cosmopolitan Australia, com as modelos e irmãs Courtney e Laura Wells. A primeira, plus size, e a segunda straight size.

Todos os dias, um número maior de peças recebe etiquetas GG, XG, XX. Marcas e estilistas renomados como Chanel, Dolce & Gabbana, Alexander McQueen, YSL, Fendi e Roberto Cavalli já planejam investir em coleções até o número 48. Em alguns casos, até o 54. Aqui no Brasil, a Renner é precursora no segmento.
O show de formosura Mariah Carey é o melhor exemplo do fenômeno na música internacional.

O que era fashion virou fa(t)shion, pelo menos nos blogs que não param de ser criados. Lá, meninas acima do peso mostram como ser lindas e atuais sem sofrer para se tornarem magras. Confira aqui e aqui alguns deles. Um novo mercado passa a surgir na moda, não só em modelagens de tamanhos grandes, mas também com a invasão das modelos plus size no mainstream. Até o programa America's Next Top Model, que seleciona new faces todos os anos, recebe inscrições desse biotipo de meninas. Além que ter que se submeterem a pressão da competição, submetem-se ainda à pressão de serem gordinhas. Elas tem que dobrar seu desempenho, para pelo menos chegar ao nível das modelos magras.
A Ivete eu coloquei aqui por pura maldade. Só porque ela se acha magra quando na verdade ela é cheinha e chatinha.

Algo que também estamos super acostumados a acompanhar em sessões de moda em sites e programas de TV são as famosas dicas do que "pode" e "não pode", para gordinhas e gordinhos. O que vale é o bom senso sempre. Minha intenção com esse post não é debater esse quesito, ainda mais porque se essas meninas e meninos se sentem bem na forma em que estão, de que vale dizer que listras verticais "não pode"? Bobagem! Certo?
Eventos de moda temáticos estão acontecendo em todo o Brasil, e repercutindo no exterior. A Vogue Curvy (é até a Vogue tem edição especial!) recentemente noticiou o Plus Size Fashion Weekend (acima).

Via de regra, gordinhos e gordinhas devem respeitar suas curvas extras com tecidos mais encorpados, como alfaiataria, e menos molengos como malhas, por exemplo. Estampas são permitidas, desde que acompanhando a proporção do corpo.
Aliás, esse é um ponto super importante. Quantas vezes você já passou por uma fofinha com uma bolsa minúscula a tiracolo? Fica muito ruim, né? Portanto: tamanhos grandes, acessórios e estampas grandes. Nada de querer entrar em um tamanho menor ou usar uma peça só porque é tendência. E isso não vale só para o pessoal plus size, concordam?
Desfile da grife italiana Elena Mirò, especializada em tamanhos grandes, na Semana de Moda de Milão.
Me agrada muito esse tipo de roupa estruturada para as meninas e mulheres maiores. Esses modelos são da Trentacosta. Mesmo assim precisa de uma lista do que "pode" ou não? Confere aqui o que elas mesmas pensam.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Trendy spot: sapatos de camurça

Camurça é um tipo de couro felpudo, feito com a parte interna da pele de alguns animais, como cabras e cordeiros. O resultado é um material muito delicado e menos durável, muito usado em bolsas e calçados. Há algum tempo não aparecia como tendência, e agora é um dos spotlights da estação fria. Acima, aparece em botas masculinas e femininas na campanha de outono 2010 da Benetton.
Nas fotos acima, o modelo Arthur Kulkov é fotografado por Keiron O’Connor para um editorial da GQ France. Note que os dois tênis são de camurça colorida.
No imagem à esquerda, campanha da René Lezard outono 2010, com o modelo Christian G. À direita, campanha Day Birger et Mikkelsen outono 2010.
Nas ruas, os sapatos de camurça são hit. Aqui, clicks para o The Sartorialist. Fica super bacana usar com calças claras, entre beges e brancas, como os homens das imagens. Com barra curta ou enrolada, melhor ainda. Arremate o look com um bom blazer ou suéter com camisa.
Porém todos sabemos o drama que é cuidar de uma peça de camurça, não é mesmo? Eu já devolvi uma botinha que se detonou em poucos dias de uso, mas depois da troca aprendi a cuidar. Para todas as cores de camurça, vale uma limpeza com condicionador de cabelos. Basta esfregar com uma toalhinha felpuda que o material fica novo! Se a camurça for branca, como a de um tênis ma-ra-vi-lho-so da Colcci que eu tenho, esfregar uma borracha corrige todas as imperfeições e limpa. Fica a dica ;)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Resquícios do militarismo

Uma das tendências mais fortes para esse inverno foi sem dúvida o militarismo. Muitas marcas exploraram, todas as revistas mostraram, grande parte dos fashionistas aderiram, Lady Gaga trouxe em Alejandro (imagem acima). Militarismo hoje já é lugar comum; mas sobrevive às próximas estações? Pra mim, casacos verde militar e caqui, traspassados, com abotoaduras, fivelas e brasões são clássicos. Botas estilo army, shorts caqui e quepe também. É tudo questão de gosto.

A Balmain foi precursora, quando em 2008 lançou os casacos de ombros marcados que viraram hit. Logo Stella Mc Cartney, Kenzo, Marc Jacobs e Burberry apostaras suas fichas na tendência. Na esteira dos grandes lançadores, franjas, brasoes, tecido destroyed, coturnos e cintos viraram febre.
Estamos quase no final do inverno (graaaaaaaaças a Deus!!!) época de aproveitar os super descontos de final de coleção. Nada melhor do que investir nas ótimas jaquetas, trench coats e casaquinhos militares. Os modelos acima são da Topman, e custam 20 e 70 libras, respectivamente.
Estas jaquetas são da Urban Outfitters e compõem um look de frio como nenhuma outra peça. Confesso que procuro uma jaqueta como essa da primeira foto (128 dólares) há muuuuuuito tempo. A segunda todos os meninos devem ter uma parecida em casa, né? Custa 58 dólares e funciona muito bem pra quem tem medo de arriscar em "modices" passageiras. Basta sobrepor à uma camiseta, malha, um jeans, e... pronto!
Grandes marcas, como Burberry, trouxeram modelos incríveis. Veja como é fácil compor o estilo: jeans + camisa + coturno + casaco.
Mais discreto e ainda assim de muito efeito: jeans e azuis entram na onda do militarismo também.
A precursora do estilo entre as mulheres foi a atriz e cantora alemã Marlene Dietrich, quando nos anos 30 desafiou o uso do corset por um uniforme militar e revolucionou. Ainda bem que hoje pouca coisa ainda nos choca e as meninas podem sair lindas de shorts, jaquetinhas, coletes e pelerines army style sem causar desconforto pra ninguém, como no editorial da Vogue USA de março.
Acima, propostas da precursora e insuperável Balmain e de Rag & Bone.
Não resisti e criei propostas no Looklet. Acho que pode ser fácil se montar assim para as meninas também, com peças que se tem em casa, como shorts, camisas, leggings e coletes nas cores aqueadas, sem parecer que esta cumprindo regime militar. Acima looks para o dia-a-dia e abaixo looks mais estruturados para a noite. Que tal?

terça-feira, 1 de junho de 2010

Meninos loiros de barba

Há mais ou menos dois meses tenho deixado a barba crescer, mas sem parecer o Brad Pitt recentemente. A intenção é que ela fique com aquele aspecto de barba rala, por fazer. Esse "desleixo" me agrada muito, acho sexy e despretensioso. Mas esse novo layout tem causado surpresa em algumas pessoas do meu convívio . A maioria adora e diz que ficou perfeito; já outras, como minha irmã, fazem comparações impublicáveis... auhauahuahauah... A pergunta mais engraçada de todas foi da minha cabeleireira. Ela quis saber se eu descoloria a barba...
No, honey... not! Sou assim, loiro mesmo, sorry! E Beckham também. Trendesetter como é, varia infinitamente nos "cortes". Partindo da despretensiosa barba rala (imagem 2), até as mais fechadas, como nas outras imagens, Beckham mostra como se faz uma barba por fazer :D
E o que dizer de Justin? Compare as duas primeiras imagens com a última, onde ele está de barba feita. Estranho, né? Muito melhor de barba, concordam? É claro que o cultivo dos fios ruivos pelo rosto exigem muitíssimos cuidados. Quem tem barbinha clara geralmente tem também uma pele mais sensível. A minha por exemplo, quando esquenta, aparecem umas bolinhas e quando tá muito comprida, coça. O ideal é aparar com barbeador, cortador de cabelo ou tesourinha, o meu caso.
Por aqui, Rodrigo Hilbert é quem dá o exemplo. Assim, desencanado e cheio de estilo. Veja que para ficar legal ela tem que estar com cara de só 3 dias sem fazer. Tem que parecer que está naturalmente por fazer, quando na verdade dá um trabalho intenso! Além de aparar, é importante manter limpa como os cabelos, especialmente quando se usam outros produtos no rosto, como eu faço.
Então, por enquanto, meus queridos, eu e meus queridos companheiros loiros vamos de barba!


sexta-feira, 30 de abril de 2010

E a megging, rola?

Debaixo das calças dos pais e avôs para nossos looks principais. Das meninas de academia para nosso dia-a-dia. Essa é a legging masculina, ou megging, proposta absoluta para este inverno. Como sempre gosto de propor uma discussão aqui, ao invés de impor um estilo, pergunto: Será que essa peças vão para as ruas?
Se depender das intenções da maioria dos estilistas brasileiros e editorias estrangeiros, a megging emplaca. Nos últimos desfiles de inverno da São Paulo Fashion Week e Fashion Rio, o antes cuecão usado escondido veio para fora. Lá fora, vira e mexe, a legging para eles toma conta das revistas de moda. Acima, imagem da WWD com o dançarino Robert Fairchild. A liberdade de movimentos é, sem dúvida, um dos atrativos da peça, não é mesmo?
Para a Ausländer (imagem 1), a megging preta vem metalizada e usada com regata e tênis. Na Osklen (segunda imagem), contraste de proporções e materiais. Já a Redley propôs, além do uso por baixo de bermudas - muito frequente na coleção - complementando tops estruturados e cheios de sobreposições, como o terceiro look acima.
A segunda imagem é da brand Acne, coleção spring 2010, com o lindinho Jacob Coupe. A terceira imagem é do editorial Heavy Metal Parking Lot, de Thomas Lor.
Aqui no Brasil sobraram meggings para a Colcci. A marca também usa com regatas e tops compridos, como essas excelentes jaquetas. Mas esse cinza dá uma cara de peça pra dormir mesmo, né?
AH enriqueceu as suas, colocando brilhos e metalizados. Os tops vem sempre compridos, ora sérios, como o blazer traspassado do terceiro look, largadões, como o casaco do primeiro look, ou super jovem, como a jaqueta do segundo.
E a Cavalera propôs as soluções mais usáveis para os meninos. Eu sairia numa boa por aí com uma legging igual à essas da marca: pretas e por baixo de bermuda. Em cima, hoodies, blazers e jaquetinhas super bacanas. E você, encararia?

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pernas de fora no frio?

Detesto dar desculpas esfarrapadas, e não vou fazer isso com vocês. A verdade é que além do excesso de trabalho, tem me faltado inspiração pra escrever. Mas parece que as coisas floresceram depois da minha conversa com o queridíssimo Tiago, do Revue de Mode. Blogs de moda existem milhares, mas que valem a pena ser lidos, pouquíssimos. Nós sempre trocamos impressões sobre isso e chegamos à conclusão de que conteúdo + design legal é tudo. E se não tenho algo bacana, útil e conclusivo para escrever, prefiro ficar na minha. Acho muito chato e barato ficar replicando notícias de outros sites e revistas. Afinal de contas, queremos conteúdo, certo? E no nosso meio, ser exclusivo é difícil. Aí mora a riqueza.
Pois hoje tive um insight que me agradou. Tenho visto em vários desfiles de inverno, coleções, campanhas e editoriais mundo afora bermudas usadas com tops compridos e quentes. Parece estranho colocar as pernas de fora justamente nas estações mais frias do ano, mas e se a gente segurar um pouquinho o frio pra dar uma variada no styling? Fica perfeito para lugares com aquecimento ou em baladas no frio, por exemplo. Tem sempre como adaptar. Mas para aqueles beeeeeem friorentos, a saída mais cool do tempo cool é colocar um megging por baixo. Você se arrisca? Bem, esse é assunto para um outro post. Looks acima: H&M e Cafe magazine.
Dentre as coleções que encontrei, a que melhor usou a bermuda com roupas quentes foi a Dondup. Também, colocar o Andres Velencoso no lookbook e na campanha é sacanagem, né? Qualquer short vira artigo de luxo. Olha que gostoso combinar nossas já tradiconais bermudas jeans cut off com camisetas mais compridinhas e as de alfaitaria também dobradas com camisa + jeans + lenço. Quem já não tem essas peças em casa?
Aqui a altamente proposta e pouco aceita camisa jeans segura com a bermuda acima do joelho. Ficou perfeita com a botinha alta. Tenho duas novas que ainda não usei e agora já sei que ficam lindas com bermudas. E eu que aaaaaaaaaamoooooooo cardigan, sofri com esse azulzinho + camisete + lenço + bermuda de alfaiataria dobrada. Tenho vontade de ir me vestir agora assim e sair. Per-fei-to!
Pra fechar com tudo os looks da Dondup, Andres beeeem sério, de bermuda alfaiataria + malha ajustada. Super fácil para os mais conservadores. No segundo look, a bermuda branca + camisa cáqui + lenço tiram qualquer bom moço do sério.
Em segundo lugar no melhor uso de bermudas e shorts no frio, vem o editorial da Woolrich Woolen Mills' com o também lindinho Matteo Martari. Quem disse que pernas finas são um problema? As peças ficaram incríveis nele.
De estilo navy e com belos florais e xadrezes, a marca enche os olhos, no excelente trabalho de styling de Marco Bazzoni. Super combinados ou totalmente em crash, vale a pena tentar essa primeiramente arriscada tentativa de diferentes proporções.
Até a bermuda com total cara de verão pode ser bem aproveitada no inverno, se usada com um top neutro, como esse parka cáqui. Aliás, cáqui é tendência, hein?
Jaqueta jeans + camisa + bermuda me conquistou em definitivo. Quero usar já! Ainda estou em dúvida quanto aos tênis flat ou high. Mais ainda fico com os altinhos mesmo. São bem mais atuais.
Surfers, skaters e afins foram os precursores desse movimento curto embaixo, longo em cima. Seria facilidade pra praticar os esportes? A verdade é que a tendência veio para agradar a todos.
Em terceiro lugar, vem o lookbook da EUBIQ NY's com total cara do militarismo que o inverno tá pedindo. Diferente das outras marcas, aqui as bermudas são mais larguinhas e em modelo cargo. ou seja, não existem desculpas pra não usar!
No editorial da Urban magazine, a fotógrafa Cristina Capucci e o stylist Ivan Bontchev criam um clima nostálgico para composições ora neutras e hiper claras, como o look total branco, com sobreposição de bermuda + calça brancas - que ficam bem só no editorial - e total jeans, como no segundo look - mais fácil e trendy.
E em mais clima nostálgico e blur, o modelo James Hempson se presta às lentes de Alexander Neumann e ao styling de Danny Santiago, em composições ousadas, com levada gipsy - caso do primeiro look, total color, e do míni comprimento do segundo. Boas opções para climas amenos porém totalmente descontraídos.
Na campanha Dancehall in Wonderland, da Customellon, mais nostalgia com cara 70's. Jovens e secos meninos vestem peças cropped em tons básicos, entre brancos e azuis.
Na revista húngara The room, o fotógrafo Marcus Pritzi e a stylist Isabelle Thiry criam belas cenas entre os modelos Callum Wilson e Jacob Coupe, em míni comprimentos, como esses shorts mais as lindas malhas. Look total preto tem o seu valor, não é mesmo?
Mais bermudas e tops compridos na Surface. Tem coragem de usar com bota alta? Aí é demais, né?
E pra encerrar, o look da Filippa K. O mais clean, usável e fácil de todos: camisa + bermuda jeans cut off. Simples e lindo. Vamos começar por aqui?