segunda-feira, 30 de março de 2009

Consumo em tempos de crise


Eu tive o privilégio de participar, junto com mais 513 convidados, da pesquisa "Consumo em Tempos de Crise", da agência de tendências Observatório de Sinais. A empresa é coordenada pelo mestre brasileiro no assunto, Dario Caldas. Hoje saiu o resultado da pesquisa, e ela está sendo divulgada em primeira mão para os participantes, e logo mais, às 23h, no programa SBT Realidade. 

Essa pesquisa resultou no pacote de tendências TRENDS PACK ESPECIAL: REDUZINDO RISCOS | MAPA DE NAVEGAÇÃO PARA A CRISE. O pacote tem o objetivo específico de ajudar as empresas a navegar na crise sem correr grandes riscos, identificando oportunidades e preparando-se para a retomada. 

Os resultados são super interessantes e úteis.  Aos poucos irei informando e analisando, conforme o interesse do blog.

Para entender quem participou:

514 respondentes
54% são mulheres
46% são homens
Classes A e B
Formação superior
Economicamente ativos
56% têm entre 18 e 34 anos
44% têm entre 35 e 64 anos
75% moram nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande so Sul.

Alguns dos primeiros dados apontados, em relação a hábitos de consumo:

● 23% dos pesquisados dizem estar totalmente satisfeitos com sua vida, percentual que sobre a 89% somando-se as respostas parcialmente positivas. O grupo menos satisfeito é o das mulheres de 35 a 49 anos: apenas 20% se disseram totalmente satisfeitas.
● No cômputo geral, 76% concordam, em todo ou em parte, que haja uma correlação entre satisfação pessoal e consumo, ou seja, 24% negam, total ou parcialmente, essa ideia.
● Quando relacionamos o ato de comprar a uma das principais formas de lazer, 27% discordam totalmente dessa proposição, e 41% discordam parcialmente.
● A aceitação da proposição cai com o aumento da idade, fenômeno que ocorre entre os homens também.
● 100% das pessoas prognosticam alguma melhora na vida para daqui a um ano. Quando se trata de falar sobre o futuro mais distante, esse índice é menor: 30% têm certeza absoluta e 59% concordam mais do que discordam (somando 89%) de que estamos indo em direção a um futuro melhor.


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